quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Espelhos...

    O que você faz assim que acorda? Existe muita gente que responde "vou me ver no espelho". Mas, que necessidade é esta? Estudos explicam, que a vaidade anda um pouco demasiada e com isso os gastos com industrias de cosméticos aumentaram.
    índios acreditavam que o espelho-das-águas refletia a alma. *Possivelmente terá sido a superfície da água que inspirou o fabrico do primeiro espelho. Foram descobertos nos despojos da  civilização Badariana (do Egipto, junto ao Rio Nilo), espelhos de cobre, deixados pelo homem primitivo no quinto milénio a .C. Mais tarde, construíram-se espelhos de prata polida, que é boa reflectora mas escurece com a atmosfera e precisa de ser frequentemente limpa e trabalhada.
    Os espelhos mais comuns são formados por uma camada de prata, alumínio ou amálgama de estanho, que é depositada quimicamente sobre a face posterior de uma lâmina de vidro, e por trás coberta com uma substância protectora. Por sua vez, os espelhos de precisão são obtidos depositando, por evaporação sob vácuo, a camada metálica sobre a face anterior do vidro. Estes espelhos não podem ser protegidos o que implica que se realizem metalizações frequentes.*
    E desde então, não saem das bolsas femininas. São usados para ver o reflexo, escrever e até mesmo estudar. Eu particularmente estudo escrevendo no espelho.






     "E quando olhei no espelho, eu vi meu rosto e já não reconheci..." [Pitty]

     "Às vezes o espelho aumenta o valor das coisas, às vezes anula. Nem tudo o que parece valer acima do espelho resiste a si próprio refletido no espelho. As duas cidades gêmeas não são iguais, porque nada do que acontece em Valdrada é simétrico: para cada face ou gesto, há uma face ou gesto correspondido invertido ponto por ponto no espelho. As duas Valdradas vivem uma para a outra, olhando-se nos olhos continuamente, mas sem se amar." [Italo Calvino - cidades invisíveis]
Parte com * foi retirado do Wikipédia

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Tem tempo para o tempo?

    Quantas vezes você já quis voltar ao passado para ajustá-lo ou quis refazer algo que tinha feito errado? Todo mundo quis no mínimo refazer algo uma vez. Desde pequenos utilizamos o tempo no colégio, estudando o passado. Guerras, tratados e mortes. Servindo do exemplo para escolher-mos o que terá neste futuro. A noção de tempo passou-se a partir de que os homens perceberam que a terra girava e a partir daí começou nossa evolução.
    O tempo é uma arma poderosa. Cura as feridas e faz-nos esquecer de algo que foi ruim. E como pode ser perigoso. Deixando-o passar e perder muitas oportunidades. Ele é um utensílio para os profetas e historiadores. Como muitos, não posso ver meu futuro, mas, posso decidir o que terá nele e espero fazer boas esolhas.
    Você também tem esse poder. Decida o que é melhor para você. Seja um candidato, uma viajem, um dia de diversão ou até mesmo um dia de descaso.
  
"O tempo é algo misterioso, poderoso... E quando alguém interfere torna-se perigoso" (Alvos Dumbledore)

"O tempo é muito lento para os que esperam
Muito rápido para os que têm medo
Muito longo para os que lamentam
Muito curto para os que festejam
Mas, para os que amam, o tempo é eterno" (William Shakespeare)



sábado, 11 de setembro de 2010

Moda medieval

    Não sei por que quando pequenos os meninos ganham um carrinho e a menina uma boneca, cozinha e vassoura. Acho que isso é um treinamento para o que vem depois. É como se tivesse que ensinar essas coisas medievais para as meninas. Desde pequenas usam rosa. Vestem vestidos. Cabelo comprido. Bonecas-bebê para ser a mamãe. Isso não é a verdade que vemos hoje.
    Homens podem também ser ótimos pais e donos de casa. Então porque não dar bonecas e cozinhas para eles também? Para ele não ficar meio feminino? E as meninas porque não ganham carrinhos de corrida? Hoje a mulher pode dirigir e ter seu trabalho fora de casa, então porque esses costumes medievais?
    Querem mudar o mundo? Porque não começar pela cabeça dos mais novos mostrando a realidade e não coisas do passado distante. O mundo mudou e temos que acompanhá-lo ou ficaremos atrasados.

    “Estamos em uma sociedade diferente e precisamos pensar em brincar de uma forma múltipla porque os novos tempos preparam desafios com papéis diferentes nas funções sociais” (Mauro Muszkat, neuropsicólogo infantil da Unifesp [SP])

    “Tudo isso pode ser resolvido nas brincadeiras de casinhas e bonecas. Isso não tem a ver com homossexualidade, mas sim com resolução de desavenças. O inverso serve para as meninas, que precisam algumas vezes de armas e lutas para descarregar sua raiva e agressividade”. Juliana Lopes (postagem no site Terra.com)

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O número zero


  Muitos acreditam que o zero seja o começo de tudo. Outros acreditam que seja apenas um numero qualquer. Não existe zero no sistema de numeração romana, grega, hebraica e armênia. Ele é um número não muito usado no dia-a-dia. Você não pede zero real. Não sobe até o andar zero. Não pega zero celulares. Se começa sempre pelo um. Um real. Primeiro andar. Um celular.
 Esse número é um pretexto para os outros dizerem que vão começar do zero, sabendo que isso não existe, pois sempre sobra algo que continua lá. Quando em uma corrida não existe o 0º lugar. O que é 0 quilômetro? Nada, é apenas um carro que nunca andou. Ele é definido como a cardinalidade de um conjunto vazio, e o elemento neutro na adição e absorvente na multiplicação.

“Mais vale um entre dez que não joga lixo no chão do que zero.
Mais vale um entre cem que cede seu lugar para uma pessoa mais necessitada do que zero.
Mais vale um entre mil que diz não as drogas do que zero.
Mais vale um entre um milhão que luta por justiça, que defende os fracos e oprimidos, que ora pelos que tem fome e sede de Deus, que divide o seu pão de cada dia com um faminto do que zero. Por tanto, um vale mais que zero.
Sou mais um lutando contra o mal. Sou mais um fazendo a diferença. Sou mais um tentando fazer o que muitos já perderam a esperança - mudar o homem.” Monteiro Lobato